• Como Escolher o Melhor Jogo de Apostas Online com Segurança

    O crescimento das plataformas digitais transformou a forma como as pessoas participam em jogo de apostas online. Hoje, existem centenas de sites e aplicativos que oferecem diferentes tipos de jogos, desde apostas esportivas até cassinos virtuais. No entanto, com tantas opções disponíveis, escolher uma plataforma segura e confiável tornou-se essencial para garantir uma experiência positiva.Neste guia, vamos explicar como escolher o melhor jogo de apostas online com segurança, destacando fatores importantes que todo jogador deve considerar antes de começar.

    Entenda Como Funciona o Jogo de Apostas Online
    Antes de escolher uma plataforma, é importante compreender como funciona o jogo de apostas online. Basicamente, o jogador aposta dinheiro real em um resultado específico, como o vencedor de uma partida esportiva ou o resultado de um jogo de cassino.
    Os principais tipos de jogo de apostas incluem:
    Apostas esportivas


    Jogos de cassino online


    Jogos de cartas


    Slots e jogos eletrônicos


    Apostas ao vivo


    Cada tipo de jogo de apostas possui regras e probabilidades diferentes, por isso é fundamental conhecer bem o jogo antes de apostar.

    Verifique a Licença e a Regulamentação
    Um dos fatores mais importantes ao escolher um jogo de apostas online é verificar se a plataforma possui licença oficial. Sites confiáveis normalmente são regulamentados por autoridades reconhecidas no setor de jogos.
    Uma licença válida indica que a plataforma segue regras de segurança, proteção de dados e transparência nos resultados. Isso reduz significativamente o risco de fraudes ou manipulação de jogos.
    Antes de se registrar em qualquer site de jogo de apostas, procure informações sobre a licença no rodapé da página ou na seção “Sobre nós”.

    Avalie a Segurança da Plataforma
    A segurança digital é essencial quando se trata de jogo de apostas online. Como você estará compartilhando dados pessoais e financeiros, é importante garantir que a plataforma utilize tecnologias de proteção adequadas.
    Alguns sinais de um site seguro incluem:
    Certificado SSL (https no endereço do site)


    Métodos de pagamento confiáveis


    Políticas claras de privacidade


    Sistema de verificação de conta


    Esses elementos ajudam a proteger suas informações e tornam o jogo de apostas muito mais seguro.

    Analise a Variedade de Jogos Disponíveis
    Outro fator importante é a variedade de jogos oferecidos. Um bom site de jogo de apostas normalmente disponibiliza várias opções para diferentes perfis de jogadores.
    Algumas plataformas oferecem:
    Diversas ligas esportivas


    Cassinos ao vivo


    Jogos exclusivos


    Torneios e competições


    Quanto maior a variedade, mais interessante se torna a experiência do jogo de apostas, permitindo explorar diferentes estratégias e estilos de jogo.

    Verifique Bônus e Promoções
    Muitos sites de jogo de apostas oferecem bônus de boas-vindas, apostas grátis e promoções especiais. Esses incentivos podem ajudar novos jogadores a começar com mais vantagens.
    No entanto, é importante ler os termos e condições antes de aceitar qualquer bônus. Algumas promoções possuem requisitos de apostas que precisam ser cumpridos antes de retirar os ganhos.
    Escolher um jogo de apostas com bônus transparentes e justos pode aumentar suas chances de aproveitar melhor a plataforma.

    Leia Avaliações de Outros Usuários
    Uma ótima forma de identificar um bom site de jogo de apostas é verificar as avaliações de outros jogadores. Comentários e análises podem revelar informações importantes sobre:
    Velocidade de pagamento


    Atendimento ao cliente


    Confiabilidade da plataforma


    Qualidade dos jogos


    Se um site possui muitas avaliações positivas, é um bom sinal de que o jogo de apostas oferecido é confiável.

    Pratique o Jogo Responsável
    Embora o jogo de apostas possa ser uma forma divertida de entretenimento, é importante jogar com responsabilidade. Definir limites de tempo e dinheiro ajuda a evitar problemas financeiros ou comportamentais.
    Algumas boas práticas incluem:
    Estabelecer um orçamento de apostas


    Não tentar recuperar perdas rapidamente


    Fazer pausas regulares durante o jogo


    Apostar apenas por diversão


    O objetivo principal do jogo de apostas deve sempre ser entretenimento e não uma fonte garantida de renda.

    Conclusion
    Escolher o melhor jogo de apostas online exige atenção, pesquisa e cuidado. Verificar licenças, segurança da plataforma, variedade de jogos e avaliações de usuários são passos essenciais para garantir uma experiência confiável. Ao seguir essas dicas, você poderá aproveitar o jogo de apostas de forma segura e responsável.Para quem busca uma plataforma confiável e uma experiência completa de apostas esportivas e jogos online, BantuDesporto surge como uma excelente opção para explorar o mundo do jogo de apostas com segurança e praticidade.
    https://bantudesporto.com/

    Como Escolher o Melhor Jogo de Apostas Online com Segurança O crescimento das plataformas digitais transformou a forma como as pessoas participam em jogo de apostas online. Hoje, existem centenas de sites e aplicativos que oferecem diferentes tipos de jogos, desde apostas esportivas até cassinos virtuais. No entanto, com tantas opções disponíveis, escolher uma plataforma segura e confiável tornou-se essencial para garantir uma experiência positiva.Neste guia, vamos explicar como escolher o melhor jogo de apostas online com segurança, destacando fatores importantes que todo jogador deve considerar antes de começar. Entenda Como Funciona o Jogo de Apostas Online Antes de escolher uma plataforma, é importante compreender como funciona o jogo de apostas online. Basicamente, o jogador aposta dinheiro real em um resultado específico, como o vencedor de uma partida esportiva ou o resultado de um jogo de cassino. Os principais tipos de jogo de apostas incluem: Apostas esportivas Jogos de cassino online Jogos de cartas Slots e jogos eletrônicos Apostas ao vivo Cada tipo de jogo de apostas possui regras e probabilidades diferentes, por isso é fundamental conhecer bem o jogo antes de apostar. Verifique a Licença e a Regulamentação Um dos fatores mais importantes ao escolher um jogo de apostas online é verificar se a plataforma possui licença oficial. Sites confiáveis normalmente são regulamentados por autoridades reconhecidas no setor de jogos. Uma licença válida indica que a plataforma segue regras de segurança, proteção de dados e transparência nos resultados. Isso reduz significativamente o risco de fraudes ou manipulação de jogos. Antes de se registrar em qualquer site de jogo de apostas, procure informações sobre a licença no rodapé da página ou na seção “Sobre nós”. Avalie a Segurança da Plataforma A segurança digital é essencial quando se trata de jogo de apostas online. Como você estará compartilhando dados pessoais e financeiros, é importante garantir que a plataforma utilize tecnologias de proteção adequadas. Alguns sinais de um site seguro incluem: Certificado SSL (https no endereço do site) Métodos de pagamento confiáveis Políticas claras de privacidade Sistema de verificação de conta Esses elementos ajudam a proteger suas informações e tornam o jogo de apostas muito mais seguro. Analise a Variedade de Jogos Disponíveis Outro fator importante é a variedade de jogos oferecidos. Um bom site de jogo de apostas normalmente disponibiliza várias opções para diferentes perfis de jogadores. Algumas plataformas oferecem: Diversas ligas esportivas Cassinos ao vivo Jogos exclusivos Torneios e competições Quanto maior a variedade, mais interessante se torna a experiência do jogo de apostas, permitindo explorar diferentes estratégias e estilos de jogo. Verifique Bônus e Promoções Muitos sites de jogo de apostas oferecem bônus de boas-vindas, apostas grátis e promoções especiais. Esses incentivos podem ajudar novos jogadores a começar com mais vantagens. No entanto, é importante ler os termos e condições antes de aceitar qualquer bônus. Algumas promoções possuem requisitos de apostas que precisam ser cumpridos antes de retirar os ganhos. Escolher um jogo de apostas com bônus transparentes e justos pode aumentar suas chances de aproveitar melhor a plataforma. Leia Avaliações de Outros Usuários Uma ótima forma de identificar um bom site de jogo de apostas é verificar as avaliações de outros jogadores. Comentários e análises podem revelar informações importantes sobre: Velocidade de pagamento Atendimento ao cliente Confiabilidade da plataforma Qualidade dos jogos Se um site possui muitas avaliações positivas, é um bom sinal de que o jogo de apostas oferecido é confiável. Pratique o Jogo Responsável Embora o jogo de apostas possa ser uma forma divertida de entretenimento, é importante jogar com responsabilidade. Definir limites de tempo e dinheiro ajuda a evitar problemas financeiros ou comportamentais. Algumas boas práticas incluem: Estabelecer um orçamento de apostas Não tentar recuperar perdas rapidamente Fazer pausas regulares durante o jogo Apostar apenas por diversão O objetivo principal do jogo de apostas deve sempre ser entretenimento e não uma fonte garantida de renda. Conclusion Escolher o melhor jogo de apostas online exige atenção, pesquisa e cuidado. Verificar licenças, segurança da plataforma, variedade de jogos e avaliações de usuários são passos essenciais para garantir uma experiência confiável. Ao seguir essas dicas, você poderá aproveitar o jogo de apostas de forma segura e responsável.Para quem busca uma plataforma confiável e uma experiência completa de apostas esportivas e jogos online, BantuDesporto surge como uma excelente opção para explorar o mundo do jogo de apostas com segurança e praticidade. https://bantudesporto.com/
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  • Multi day tours Iceland
    More days, more adventures! Dive into Iceland’s breathtaking landscapes with multi-day tours Iceland. Explore glaciers, volcanoes, and hidden gems at your own pace. From the Golden Circle to remote highlands, experience Iceland like never before. Extend the adventure—Book your epic journey today! For more details DM us: +354 691 5155 (Call) or email : info@discover.is.
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    WWW.DISCOVER.IS
    Multi Day Private Tours Iceland | Discover Iceland Custom Tours
    Discover Iceland offers a multi day tours package with our native Icelandic driver who guides you to learn all about this nation's nature and culture.
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  • Mercato dei tensioattivi agricoli: crescente domanda di prodotti per la protezione delle colture, agricoltura di precisione ed efficienza agrochimica trainano la crescita

    Il mercato dei tensioattivi agricoli sta registrando una crescita costante, trainata dalla crescente domanda di maggiori rese delle colture, dall'aumento dell'uso di prodotti chimici per la protezione delle colture e dalla crescente adozione di pratiche agricole di precisione. I tensioattivi agricoli svolgono un ruolo cruciale nel migliorare l'efficacia di pesticidi, erbicidi e fertilizzanti, migliorandone la distribuzione, la bagnatura e la penetrazione sulle superfici vegetali. Questi agenti che migliorano le prestazioni aiutano gli agricoltori a ottenere una migliore copertura, una riduzione degli sprechi chimici e una maggiore produttività delle colture.

    Leggi oggi stesso il rapporto sul mercato dei tensioattivi agricoli: https://www.skyquestt.com/report/agricultural-surfactants-market
    Mercato dei tensioattivi agricoli: crescente domanda di prodotti per la protezione delle colture, agricoltura di precisione ed efficienza agrochimica trainano la crescita Il mercato dei tensioattivi agricoli sta registrando una crescita costante, trainata dalla crescente domanda di maggiori rese delle colture, dall'aumento dell'uso di prodotti chimici per la protezione delle colture e dalla crescente adozione di pratiche agricole di precisione. I tensioattivi agricoli svolgono un ruolo cruciale nel migliorare l'efficacia di pesticidi, erbicidi e fertilizzanti, migliorandone la distribuzione, la bagnatura e la penetrazione sulle superfici vegetali. Questi agenti che migliorano le prestazioni aiutano gli agricoltori a ottenere una migliore copertura, una riduzione degli sprechi chimici e una maggiore produttività delle colture. Leggi oggi stesso il rapporto sul mercato dei tensioattivi agricoli: https://www.skyquestt.com/report/agricultural-surfactants-market
    WWW.SKYQUESTT.COM
    Agricultural Surfactants Market Value Chain Report 2033
    Agricultural Surfactants Market expands from $1.52 billion in 2025 to $2.29 billion by 2033, CAGR 5.3%.
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  • Facial Aesthetic Treatments in Dentistry: Enhancing Smiles with Medical Precision

    A confident smile is about more than straight, white teeth, it’s also influenced by facial balance, symmetry, and healthy surrounding tissues. Today’s dentistry goes beyond oral health alone, offering facial aesthetic treatments that enhance natural features while maintaining medical safety and precision. Read more!

    Source Url:- https://doc.clickup.com/90161514564/d/2kz0q224-696/facial-aesthetic-treatmentsin-dentistry-enhancing-smileswith-medical-precision
    Facial Aesthetic Treatments in Dentistry: Enhancing Smiles with Medical Precision A confident smile is about more than straight, white teeth, it’s also influenced by facial balance, symmetry, and healthy surrounding tissues. Today’s dentistry goes beyond oral health alone, offering facial aesthetic treatments that enhance natural features while maintaining medical safety and precision. Read more! Source Url:- https://doc.clickup.com/90161514564/d/2kz0q224-696/facial-aesthetic-treatmentsin-dentistry-enhancing-smileswith-medical-precision
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  • Spotting Stomach Cancer:
    Early Key Signs to Watch

    Persistent gastric issues may not always be “just acidity.” Recognizing the warning signs early can make all the difference. Don’t ignore symptoms like unexplained weight loss, ongoing stomach pain, difficulty swallowing, persistent indigestion, or blood in vomit/stool.

    Consult Dr. Neeraj Chaudhary, Best Pancreatic Surgeon in Vasant Kunj
    .
    Greater Noida | 96504 24751, 84471 27840
    .
    Healing Touch Hospital, Sarvapriya Vihar, Near Hauz Khas Metro, Delhi
    .
    www.gastrolivercentre.com
    .
    #DrNeerajChaudhary #StomachCancer #CancerAwareness #EarlyDetection #DigestiveHealth #CancerAwareness #HealthyLifestyle #PreventiveCare #FasterRecovery #EarlyDetection #AdvancedSurgery #AdvancedCancerCare #GISurgery #ColorectalSurgery #ColonCancerAwareness #RectalCancerPrevention #GutHealth #MinimallyInvasive
    Spotting Stomach Cancer: Early Key Signs to Watch Persistent gastric issues may not always be “just acidity.” Recognizing the warning signs early can make all the difference. Don’t ignore symptoms like unexplained weight loss, ongoing stomach pain, difficulty swallowing, persistent indigestion, or blood in vomit/stool. — Consult Dr. Neeraj Chaudhary, Best Pancreatic Surgeon in Vasant Kunj . 📍 Greater Noida | 📞 96504 24751, 84471 27840 . 📍 Healing Touch Hospital, Sarvapriya Vihar, Near Hauz Khas Metro, Delhi . 🌐 www.gastrolivercentre.com . #DrNeerajChaudhary #StomachCancer #CancerAwareness #EarlyDetection #DigestiveHealth #CancerAwareness #HealthyLifestyle #PreventiveCare #FasterRecovery #EarlyDetection #AdvancedSurgery #AdvancedCancerCare #GISurgery #ColorectalSurgery #ColonCancerAwareness #RectalCancerPrevention #GutHealth #MinimallyInvasive
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  • NON È SOLO UN’APP
    (A fare la differenza)

    Qualcuno potrà storcere il naso o mugugnare che si tratti solo di “materia nazionale”.

    Ma quando si parla di lavoro, una città come Milano non può tirarsi fuori dal dibattito politico né sottrarsi al peso della propria istituzione.
    Negli ultimi anni le istituzioni hanno spesso scelto la neutralità, che è una forma elegante di "assenza".
    E mentre Milano celebrava la sua crescita, nelle sue strade si consolidava un modello fatto di consegne pagate pochi euro, turni infiniti, nessuna tutela reale.

    Proprio questo ultimo sabato di febbraio, nel silenzio generale, i rider sono scesi in piazza per rivendicare condizioni più umane.
    Come ha ribadito l’avvocata giuslavorista Giulia Druetta:
    “Le leggi ci sono. Ma puntualmente nessuno le fa rispettare.”

    Non è una questione ideologica.
    È una questione di dignità.
    Una metropoli che ambisce a guidare l’innovazione non può farlo comprimendo i diritti.
    La modernità non può essere misurata con il parametro della precarietà permanente.
    Qui entra in gioco una responsabilità che è anche comunale.

    Il Comune non firma i contratti nazionali, è vero.
    Ma può scegliere che città essere.
    Può promuovere protocolli con le piattaforme.
    Può pretendere trasparenza negli appalti.
    Può vincolare concessioni pubbliche al rispetto di standard minimi di tutela.
    Può aprire tavoli permanenti sul lavoro (digitale e non).
    Può decidere davvero di stare dalla delle persone. E il sogno di una "Milano Libera" nasce proprio da questo concetto:
    la crescita economica deve essere compatibile con la giustizia sociale.
    Perché non esiste innovazione senza responsabilità, come non esiste progresso finché le disparità restano evidenti.

    Il tema dei rider non è una parentesi, ma lo specchio di una città che rischia di diventare sempre più veloce…
    e sempre meno umana.
    Quando parliamo di “città in 15 minuti”, dovremmo chiederci:
    si intende il tempo massimo consentito per consegnare un pasto dal punto A al punto B tramite la corsa pericolosa di un moderno "schiavo"?!

    Da come Milano risponde a queste istanze si capisce se vuole essere solo efficiente…
    o anche giusta.

    #MilanoLibera
    #DignitàDelLavoro
    #MilanoReale
    #PoliticaCivica
    #LavoroDigitale
    NON È SOLO UN’APP 🚲 (A fare la differenza) Qualcuno potrà storcere il naso o mugugnare che si tratti solo di “materia nazionale”. Ma quando si parla di lavoro, una città come Milano non può tirarsi fuori dal dibattito politico né sottrarsi al peso della propria istituzione. Negli ultimi anni le istituzioni hanno spesso scelto la neutralità, che è una forma elegante di "assenza". E mentre Milano celebrava la sua crescita, nelle sue strade si consolidava un modello fatto di consegne pagate pochi euro, turni infiniti, nessuna tutela reale. Proprio questo ultimo sabato di febbraio, nel silenzio generale, i rider sono scesi in piazza per rivendicare condizioni più umane. Come ha ribadito l’avvocata giuslavorista Giulia Druetta: “Le leggi ci sono. Ma puntualmente nessuno le fa rispettare.” Non è una questione ideologica. È una questione di dignità. Una metropoli che ambisce a guidare l’innovazione non può farlo comprimendo i diritti. La modernità non può essere misurata con il parametro della precarietà permanente. Qui entra in gioco una responsabilità che è anche comunale. Il Comune non firma i contratti nazionali, è vero. Ma può scegliere che città essere. Può promuovere protocolli con le piattaforme. Può pretendere trasparenza negli appalti. Può vincolare concessioni pubbliche al rispetto di standard minimi di tutela. Può aprire tavoli permanenti sul lavoro (digitale e non). Può decidere davvero di stare dalla delle persone. E il sogno di una "Milano Libera" nasce proprio da questo concetto: la crescita economica deve essere compatibile con la giustizia sociale. Perché non esiste innovazione senza responsabilità, come non esiste progresso finché le disparità restano evidenti. Il tema dei rider non è una parentesi, ma lo specchio di una città che rischia di diventare sempre più veloce… e sempre meno umana. Quando parliamo di “città in 15 minuti”, dovremmo chiederci: si intende il tempo massimo consentito per consegnare un pasto dal punto A al punto B tramite la corsa pericolosa di un moderno "schiavo"?! Da come Milano risponde a queste istanze si capisce se vuole essere solo efficiente… o anche giusta. #MilanoLibera #DignitàDelLavoro #MilanoReale #PoliticaCivica #LavoroDigitale
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  • Art Central Singapore is a contemporary art fair that presents innovative artworks from galleries, independent artists, and creative collectives. It places a strong emphasis on new talent, avant-garde art, and audacious visual storytelling that mirrors contemporary cultural changes. Art Central Singapore stands out by honoring innovation, in contrast to conventional art fairs that focus on established names and blue-chip galleries. It offers a strong launchpad for emerging artists and galleries to achieve international visibility. Usually, the fair is held at Marina Bay Sands, situating it at the heart of Singapore’s cultural and commercial vitality.
    https://www.estyartacademy.com/post/art-central-singapore-where-creativity-meets-community
    Art Central Singapore is a contemporary art fair that presents innovative artworks from galleries, independent artists, and creative collectives. It places a strong emphasis on new talent, avant-garde art, and audacious visual storytelling that mirrors contemporary cultural changes. Art Central Singapore stands out by honoring innovation, in contrast to conventional art fairs that focus on established names and blue-chip galleries. It offers a strong launchpad for emerging artists and galleries to achieve international visibility. Usually, the fair is held at Marina Bay Sands, situating it at the heart of Singapore’s cultural and commercial vitality. https://www.estyartacademy.com/post/art-central-singapore-where-creativity-meets-community
    WWW.ESTYARTACADEMY.COM
    Art Central Singapore: Where Creativity Meets Community
    Art Central Singapore offers structured art learning with expert guidance, creative mentoring, and a supportive community for all age groups.
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  • Selecting QNAP NAS for Virtualization and Business Applications.
    Virtualization and business applications place different demands on storage than basic file sharing. A QNAP enterprise NAS partner can help you identify models designed for higher IOPS, better concurrency, and network throughput that supports VM or application storage. Many teams request a high capacity NAS quote in India but overlook the CPU and memory tier required to keep performance stable under load. A QNAP SMB NAS supplier can also guide you on expanding capacity without disrupting operations, especially when application data keeps growing. With the right selection, NAS can serve multiple departments while keeping performance consistent during peak usage.
    Hashtags:
    #VirtualizationStorage #EnterpriseNAS #HighCapacityNAS #QNAPPartner #BusinessApps #VMStorage #NASPerformance #StorageQuote #SMBTech #NASIndia

    Read more:- https://radiant.in/qnap-4-bay-nas-6-bay-nas-8-bay-nas-12-bay-nas-storage-price-reseller-partner-dealer-distributor-supplier-in-india/
    Selecting QNAP NAS for Virtualization and Business Applications. Virtualization and business applications place different demands on storage than basic file sharing. A QNAP enterprise NAS partner can help you identify models designed for higher IOPS, better concurrency, and network throughput that supports VM or application storage. Many teams request a high capacity NAS quote in India but overlook the CPU and memory tier required to keep performance stable under load. A QNAP SMB NAS supplier can also guide you on expanding capacity without disrupting operations, especially when application data keeps growing. With the right selection, NAS can serve multiple departments while keeping performance consistent during peak usage. Hashtags: #VirtualizationStorage #EnterpriseNAS #HighCapacityNAS #QNAPPartner #BusinessApps #VMStorage #NASPerformance #StorageQuote #SMBTech #NASIndia Read more:- https://radiant.in/qnap-4-bay-nas-6-bay-nas-8-bay-nas-12-bay-nas-storage-price-reseller-partner-dealer-distributor-supplier-in-india/
    RADIANT.IN
    QNAP NAS Storage Solutions – Reliable & Scalable Data Storage in India
    Discover QNAP NAS storage —reliable, scalable, and secure data backup solutions for business and personal use across India.
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  • 13 Gennaio 2026 - Iran, testimonianze della repressione: "Sparano sulla folla, internet bloccato"
    Le voci di due iraniane all'estero: "Non sentiamo le nostre famiglie da giorni, il regime spara con armi pesanti e taglia corrente e acqua"

    Da giorni non hanno più notizie di mamme e papà, degli amici, di tutte le persone che sono scese in piazza per protestare contro il regime. “Sono molto preoccupata”, racconta la regista Somayeh Haghnegahdar in Italia dal 2022. “Nell’ultima chiamata di giovedì scorso i miei parenti mi raccontavano che c’era tantissima gente per strada e quasi tutti i negozi chiusi. Non sapevano cosa sarebbe potuto succedere”. Da quel momento, le comunicazioni si sono interrotte. Sarina, invece, parla sotto pseudonimo, è un dottoressa che vive in Europa e fino a inizio gennaio era in Iran: “Prima di salire sull’aereo ho detto a mamma: ‘Ti chiamo quando arrivo’. A quel punto ci siamo guardate negli occhi: sapevamo non sarebbe stato possibile”. L’ultimo accesso su Whatsapp è di martedì 6 gennaio. Da allora fissa il cellulare in attesa di un segnale. “È successo anche durante le proteste per la morte di Mahsa Amini: non avevamo internet dalle 17 alle 21 ogni giorno”. Ora, se possibile, la situazione è peggiore: “Nei primi giorni di mobilitazione, nemmeno le telefonate funzionavano. Ho sentito di persone colpite alla testa che non hanno potuto chiamare un’ambulanza. Molte vite sono state perse”. E nel silenzio la repressione continua: “Un amico chirurgo venerdì mattina mi ha detto che stanno sparando con munizioni vere e armi pesanti. Tantissimi ventenni sono morti, o sono rimasti paralizzati perché colpiti alla spina dorsale. Da questo non si torna indietro. Le persone sono più arrabbiate che mai”. Per Somayeh Haghnegahdar e Sarina, l’importante ora “è non lasciare soli i manifestanti” e continuare a parlarne. Entrambe ricordano il “coraggio” di chi sta rischiando la propria vita: “Noi, da qui, vorremmo fare la nostra parte”, dicono.
    “Le persone nonostante i morti vanno in piazza a manifestare. Forse ci sarà un cambiamento”

    Regista e montatrice, Haghnegahdar ha lasciato l’Iran dopo essere stata segnalata per il suo lavoro: “Da quel momento ho capito che dovevo partire”, dice. E da quel momento ha iniziato a far sentire la sua voce: è stata portavoce della Iranian Independent Filmmakers Association (che in questi giorni sta lanciando un appello in difesa dei manifestanti) e tra le attiviste in prima linea per il movimento “Donna vita libertà”. Il suo sguardo è sempre stato rivolto verso casa. “La situazione economica è diventata insostenibile. Negli ultimi giorni la moneta è crollata ed è stata una scintilla che ha acceso le proteste”, racconta. “Le persone non vedono un futuro, né economico né culturale. Lo Stato ha distrutto tutto. Non hanno niente da perdere: se deve continuare così, pensano, tanto vale lottare e morire”. Queste le testimonianze raccolte da chi, fino a pochi giorni fa, era in contatto costante con i manifestanti. “Siamo in una situazione in cui i negozianti, il giorno dopo, non possono comprare quello che vendono oggi. Inoltre il regime ha tagliato la corrente elettrica e l’acqua in molte zone. Stanno facendo contro il loro popolo quello che Israele ha fatto a Gaza”. E nonostante la dura repressione e le violenze, secondo Haghnegahdar, “ora è diverso”: “Negli ultimi anni abbiamo avuto tante proteste e sempre hanno sparato sulla gente: quando è così si torna a casa, ma non stavolta. Tutti coloro con cui ho parlato mi hanno detto: forse ci sarà un grande cambiamento, perché tutti siamo scontenti. E ho visto che nonostante i morti sono andati in piazza”. Proprio le immagini delle bare e delle persone che vanno a cercare i propri cari sono state fatte circolare dal regime: “Una scelta diversa dal solito: la tv di Stato ha mostrato le immagini dei cadaveri, accusando Usa e Israele. Si è parlato di terroristi facinorosi. E poi hanno dichiarato tre giorni di lutto. Ma a sparare sono stati loro”.
    “Io ero in piazza per Mahsa Amini, sparavano in faccia alle persone. Anche oggi i manifestanti avanzano disarmati”

    Sarina è una dottoressa e, dice, “non avevo mai pianificato di emigrare”: “Amo il mio popolo, i miei amici e la mia famiglia. Ma dopo il collasso economico e dopo aver capito che potevo essere uccisa semplicemente per aver rifiutato di indossare l’hijab, ho deciso di andarmene, come tanti miei amici”. Oggi segue le proteste da lontano. “In Iran le persone sono esauste. Le proteste non sono una novità. Ricordo quando ero bambina e Ahmadinejad vinse le elezioni con i brogli. Ricordo le foto dei manifestanti affisse nelle scuole, e insegnanti e perfino bambini che venivano interrogati per sapere se li riconoscessero per poterli arrestare. Era quasi vent’anni fa: chissà cosa possono fare ora con il riconoscimento facciale”. Sarina ricorda le ultime proteste del 2022: “I miei amici e io abbiamo protestato con grande cautela, eppure abbiamo comunque affrontato conseguenze gravissime. Ricordo un momento in cui eravamo tantissimi per strada, ma nessuno osava nemmeno gridare. C’erano repressori ovunque: pochi, ma con ordini di uccidere, accecare o arrestare. Sparavano direttamente al volto delle persone. Tantissime persone sono rimaste cieche. Allora in tanti abbiamo capito che a mani nude in strada non possiamo fare quasi nulla. Anche se uscissimo tutti, non avrebbero alcuna esitazione a portare i carri armati e uccidere. Nessuno li ferma”. Lo stesso vale per le proteste degli ultimi giorni: “Si vedono persone che avanzano verso la polizia che spara contro di loro mentre sono completamente disarmate. Quando le famiglie ricevono i corpi dei loro cari, non piangono in silenzio, ma urlano ‘Ucciderò chi ha ucciso mio fratello’”. C’è una spinta diversa oggi? “Le parole di Trump e ciò che è successo in Venezuela con Maduro hanno dato alle persone una strana sensazione di speranza. Credo sia uno dei motivi per cui si lotta in modo più aggressivo”.
    “Le ingerenze di Usa e Israele? Non basterebbero per provocare queste proteste. Reza Pahlavi? Non ci sono alternative”

    Il grande interrogativo riguarda cosa potrebbe succedere dopo, se il regime dovesse davvero cadere. “Il regime islamico”, dice Somayeh Haghnegahdar, “è come una malattia da estirpare. Prima ci vogliono i sacrifici e poi servirà un referendum per capire come andare avanti. Siamo un popolo di intellettuali e gli esperti esistono. Siamo stanchi: prima il Paese era una prigione per scrittori, artisti e giornalisti, ora riguarda tutti. Nessuno può vivere in questa situazione”. E in questa incertezza, il timore delle ingerenze straniere resta. “Non dimentichiamo però”, continua Haghnegahdar, “che l’Iran non è un Paese piccolo. Sono tantissime le persone per strada, quanto avrebbero dovuto essere organizzati per provocare queste manifestazioni? Il regime vuole farci credere che dietro le proteste c’è la manipolazione degli americani e degli israeliani. Ma è una truffa”.

    https://www.ilfattoquotidiano.it/2026/01/13/iran-testimonianze-repressione-internet-blackout-non-sentiamo-le-nostre-famiglie-spari-folla-niente-da-perdere-notizie/8253530/
    13 Gennaio 2026 - Iran, testimonianze della repressione: "Sparano sulla folla, internet bloccato" Le voci di due iraniane all'estero: "Non sentiamo le nostre famiglie da giorni, il regime spara con armi pesanti e taglia corrente e acqua" Da giorni non hanno più notizie di mamme e papà, degli amici, di tutte le persone che sono scese in piazza per protestare contro il regime. “Sono molto preoccupata”, racconta la regista Somayeh Haghnegahdar in Italia dal 2022. “Nell’ultima chiamata di giovedì scorso i miei parenti mi raccontavano che c’era tantissima gente per strada e quasi tutti i negozi chiusi. Non sapevano cosa sarebbe potuto succedere”. Da quel momento, le comunicazioni si sono interrotte. Sarina, invece, parla sotto pseudonimo, è un dottoressa che vive in Europa e fino a inizio gennaio era in Iran: “Prima di salire sull’aereo ho detto a mamma: ‘Ti chiamo quando arrivo’. A quel punto ci siamo guardate negli occhi: sapevamo non sarebbe stato possibile”. L’ultimo accesso su Whatsapp è di martedì 6 gennaio. Da allora fissa il cellulare in attesa di un segnale. “È successo anche durante le proteste per la morte di Mahsa Amini: non avevamo internet dalle 17 alle 21 ogni giorno”. Ora, se possibile, la situazione è peggiore: “Nei primi giorni di mobilitazione, nemmeno le telefonate funzionavano. Ho sentito di persone colpite alla testa che non hanno potuto chiamare un’ambulanza. Molte vite sono state perse”. E nel silenzio la repressione continua: “Un amico chirurgo venerdì mattina mi ha detto che stanno sparando con munizioni vere e armi pesanti. Tantissimi ventenni sono morti, o sono rimasti paralizzati perché colpiti alla spina dorsale. Da questo non si torna indietro. Le persone sono più arrabbiate che mai”. Per Somayeh Haghnegahdar e Sarina, l’importante ora “è non lasciare soli i manifestanti” e continuare a parlarne. Entrambe ricordano il “coraggio” di chi sta rischiando la propria vita: “Noi, da qui, vorremmo fare la nostra parte”, dicono. “Le persone nonostante i morti vanno in piazza a manifestare. Forse ci sarà un cambiamento” Regista e montatrice, Haghnegahdar ha lasciato l’Iran dopo essere stata segnalata per il suo lavoro: “Da quel momento ho capito che dovevo partire”, dice. E da quel momento ha iniziato a far sentire la sua voce: è stata portavoce della Iranian Independent Filmmakers Association (che in questi giorni sta lanciando un appello in difesa dei manifestanti) e tra le attiviste in prima linea per il movimento “Donna vita libertà”. Il suo sguardo è sempre stato rivolto verso casa. “La situazione economica è diventata insostenibile. Negli ultimi giorni la moneta è crollata ed è stata una scintilla che ha acceso le proteste”, racconta. “Le persone non vedono un futuro, né economico né culturale. Lo Stato ha distrutto tutto. Non hanno niente da perdere: se deve continuare così, pensano, tanto vale lottare e morire”. Queste le testimonianze raccolte da chi, fino a pochi giorni fa, era in contatto costante con i manifestanti. “Siamo in una situazione in cui i negozianti, il giorno dopo, non possono comprare quello che vendono oggi. Inoltre il regime ha tagliato la corrente elettrica e l’acqua in molte zone. Stanno facendo contro il loro popolo quello che Israele ha fatto a Gaza”. E nonostante la dura repressione e le violenze, secondo Haghnegahdar, “ora è diverso”: “Negli ultimi anni abbiamo avuto tante proteste e sempre hanno sparato sulla gente: quando è così si torna a casa, ma non stavolta. Tutti coloro con cui ho parlato mi hanno detto: forse ci sarà un grande cambiamento, perché tutti siamo scontenti. E ho visto che nonostante i morti sono andati in piazza”. Proprio le immagini delle bare e delle persone che vanno a cercare i propri cari sono state fatte circolare dal regime: “Una scelta diversa dal solito: la tv di Stato ha mostrato le immagini dei cadaveri, accusando Usa e Israele. Si è parlato di terroristi facinorosi. E poi hanno dichiarato tre giorni di lutto. Ma a sparare sono stati loro”. “Io ero in piazza per Mahsa Amini, sparavano in faccia alle persone. Anche oggi i manifestanti avanzano disarmati” Sarina è una dottoressa e, dice, “non avevo mai pianificato di emigrare”: “Amo il mio popolo, i miei amici e la mia famiglia. Ma dopo il collasso economico e dopo aver capito che potevo essere uccisa semplicemente per aver rifiutato di indossare l’hijab, ho deciso di andarmene, come tanti miei amici”. Oggi segue le proteste da lontano. “In Iran le persone sono esauste. Le proteste non sono una novità. Ricordo quando ero bambina e Ahmadinejad vinse le elezioni con i brogli. Ricordo le foto dei manifestanti affisse nelle scuole, e insegnanti e perfino bambini che venivano interrogati per sapere se li riconoscessero per poterli arrestare. Era quasi vent’anni fa: chissà cosa possono fare ora con il riconoscimento facciale”. Sarina ricorda le ultime proteste del 2022: “I miei amici e io abbiamo protestato con grande cautela, eppure abbiamo comunque affrontato conseguenze gravissime. Ricordo un momento in cui eravamo tantissimi per strada, ma nessuno osava nemmeno gridare. C’erano repressori ovunque: pochi, ma con ordini di uccidere, accecare o arrestare. Sparavano direttamente al volto delle persone. Tantissime persone sono rimaste cieche. Allora in tanti abbiamo capito che a mani nude in strada non possiamo fare quasi nulla. Anche se uscissimo tutti, non avrebbero alcuna esitazione a portare i carri armati e uccidere. Nessuno li ferma”. Lo stesso vale per le proteste degli ultimi giorni: “Si vedono persone che avanzano verso la polizia che spara contro di loro mentre sono completamente disarmate. Quando le famiglie ricevono i corpi dei loro cari, non piangono in silenzio, ma urlano ‘Ucciderò chi ha ucciso mio fratello’”. C’è una spinta diversa oggi? “Le parole di Trump e ciò che è successo in Venezuela con Maduro hanno dato alle persone una strana sensazione di speranza. Credo sia uno dei motivi per cui si lotta in modo più aggressivo”. “Le ingerenze di Usa e Israele? Non basterebbero per provocare queste proteste. Reza Pahlavi? Non ci sono alternative” Il grande interrogativo riguarda cosa potrebbe succedere dopo, se il regime dovesse davvero cadere. “Il regime islamico”, dice Somayeh Haghnegahdar, “è come una malattia da estirpare. Prima ci vogliono i sacrifici e poi servirà un referendum per capire come andare avanti. Siamo un popolo di intellettuali e gli esperti esistono. Siamo stanchi: prima il Paese era una prigione per scrittori, artisti e giornalisti, ora riguarda tutti. Nessuno può vivere in questa situazione”. E in questa incertezza, il timore delle ingerenze straniere resta. “Non dimentichiamo però”, continua Haghnegahdar, “che l’Iran non è un Paese piccolo. Sono tantissime le persone per strada, quanto avrebbero dovuto essere organizzati per provocare queste manifestazioni? Il regime vuole farci credere che dietro le proteste c’è la manipolazione degli americani e degli israeliani. Ma è una truffa”. https://www.ilfattoquotidiano.it/2026/01/13/iran-testimonianze-repressione-internet-blackout-non-sentiamo-le-nostre-famiglie-spari-folla-niente-da-perdere-notizie/8253530/
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  • «In Iran una situazione tragica, migliaia di morti e nessuno si interessa» - 13 Feb 2026

    di Emanuele Paccher
    Il racconto di uno studente iraniano che ora vive in Trentino: «Ho perso due amici, la mia famiglia è ancora lì»

    Dal 28 dicembre 2025 in Iran sono scoppiate le proteste contro il regime della Repubblica Islamica, guidato dalla guida suprema Ali Khamenei. Le manifestazioni nelle piazze, cominciate per motivi economici – inflazione dei prezzi, svalutazione della moneta, crisi economica –, sono ben presto esplose e tramutate in motivi politici. Ciò che gran parte della popolazione sogna, infatti, è un cambio di regime. Le manifestazioni pacifiche hanno, però, avuto vita breve: dopo aver bloccato l’accesso a internet e ai servizi telefonici, tra l’8 e il 9 gennaio 2026 il regime iraniano ha compiuto un vero e proprio massacro verso i propri cittadini. Le stime sono discordanti, ma variano dalle tremila persone uccise (come dichiarato da Teheran) a più di trentamila. Anche il numero dei feriti non è certo, ma sembra attestarsi tra i 300.000 e i 360.000. Molti di questi sarebbero stati accecati dalle forze di sicurezza. Le reazioni globali non sono mancate. Di recente l’Unione Europea, per il tramite del Consiglio Affari Esteri, ha inserito il Corpo delle Guardie della rivoluzione iraniana (i cosiddetti Pasdaran) nella lista dei terroristi. Ancora più forte è stata la reazione degli Stati Uniti. A parole il presidente Donald Trump ha minacciato a più riprese un intervento armato, nei fatti ha aumentato – e in modo notevole – la presenza militare statunitense nella regione. La popolazione iraniana come sta vivendo tutto questo? Com’è visto realmente il regime di Khamenei? Queste domande le abbiamo poste a un giovane studente iraniano attualmente in Trentino, che per motivi di sicurezza teniamo anonimo. Per agevolare la lettura, lo chiameremo Ali Mohammadi. La visione del giovane iraniano è netta: non può esistere un futuro di libertà finché la Repubblica Islamica rimarrà al potere. E un cambio di regime, purtroppo, non può prescindere da un intervento armato straniero. Per questo, la popolazione iraniana sta aspettando, con speranza, l’intervento degli Stati Uniti d’America.

    Ali Mohammadi, può dirci quali sono i suoi legami con l’Iran?

    «Sono nato in Iran e lì ci sono rimasto finché sono giunto in Italia per studiare. Attualmente in Iran ho entrambi i genitori, precisamente nella città di Tabriz, mentre mia sorella si trova a Teheran. Ora che la connessione internet è tornata, seppure in modo non stabile, ci sentiamo tutti i giorni. In Iran tutti i social più noti, come Instagram, YouTube, Twitter sono inaccessibili. Per connetterci è necessario utilizzare la Vpn, impostando un indirizzo IP da un Paese europeo o dagli Stati Uniti».

    Com’è visto il regime di Khamenei dalla popolazione iraniana?

    «Premetto che, secondo me, il regime della Repubblica Islamica non è da considerare legittimo e neppure iraniano. Perché gli iraniani che uccidono la loro stessa gente non sono considerabili iraniani. È come se, in Italia, Giorgia Meloni facesse uccidere 50.000 italiani in due giorni. La considerereste la legittima rappresentante degli italiani? No, la considerereste come un animale. Io, come tutti gli iraniani, siamo sconcertati da ciò che ha posto in essere il regime della Repubblica Islamica. Le proteste delle persone erano pacifiche e sono state soppresse con il sangue. La mia percezione è che più del 90% della popolazione vorrebbe un cambiamento radicale nel Paese. Nella Repubblica attuale le votazioni sono quasi una mera formalità, perché chi comanda è il leader supremo, non eleggibile dalla popolazione».

    La risposta del regime alle proteste è stata disumana. Oltre ai morti e ai feriti, numerose persone sono detenute illegalmente. Com’è la situazione da questo punto di vista?

    «La situazione è tragica. Molte persone sono detenute e sottoposte a torture. Anche per i morti non c’è pace: il governo chiede denaro alle famiglie per poter riavere i corpi indietro. Stanno vendendo i corpi chiedendo oltretutto alle famiglie di dichiarare che erano dei sostenitori del governo. Ti ricattano: se vuoi riavere il corpo indietro, paga e dichiara questo. Poi molti corpi vengono restituiti mutilati. Alle donne viene estratto l’utero per non lasciare traccia delle violenze a cui sono state sottoposte».

    Come pensa che potrebbero cambiare le cose?

    «L’unico scenario possibile per sovvertire la Repubblica Islamica è un intervento militare dall’esterno. So che questo può suonare come strano, perché chi è che vorrebbe una guerra nel proprio Paese? Ma la triste realtà è che non c’è altra soluzione. Un intervento militare esterno ci aiuterebbe moltissimo, perché cambiare il regime da soli, dall’interno, è quasi impossibile. Pensiamo al 1945, alla Germania soggiogata da Hitler: la popolazione come avrebbe potuto liberarsi del proprio dittatore senza un aiuto esterno? Era difficilissimo. E onestamente non ci sono differenze tra Hitler e la Repubblica Islamica. Anzi, per me la Repubblica Islamica è molto peggiore: Hitler non uccideva i tedeschi con questa intensità».

    Pensa che un intervento militare degli Stati Uniti, magari coordinato con Israele, sarebbe accolto favorevolmente dalla popolazione?

    «Sì, le persone lo stanno sperando, anche se tutti gli iraniani sanno che né Trump né Netanyahu si interessano davvero delle persone che sono state uccise. Ciò di cui si interessano è del petrolio iraniano, del fatto che la Repubblica Islamica non si doti di armi nucleari e di missili balistici, della possibilità di eliminare i proxy della Repubblica Islamica in giro per il mondo. Ma noi, come iraniani, non abbiamo bisogno né di missili, né di armi nucleari, né di terroristi. Il nostro Paese è molto ricco: potremmo utilizzare le nostre risorse per costruire scuole, industrie. Armi nucleari, missili, terroristi: sono tutte cose che originano dall’ideologia malata della Repubblica Islamica. Per questo, gli iraniani sperano in un intervento congiunto di Stati Uniti e Israele. Se accadrà, le persone torneranno nelle piazze per ottenere il cambio di regime».

    Ha perso degli amici in queste proteste?

    «Purtroppo sì. Due miei amici iraniani che studiavano in Italia, uno all’Università di Bologna e un altro all’università di Messina, sono tornati in Iran per fare visita alle loro famiglie. In quei giorni sono scoppiate le proteste. Hanno deciso di scendere in piazza per la libertà del loro Paese. In risposta, gli hanno sparato nel petto».

    Qualcuno nelle piazze inneggiava al ritorno dello Shah, sperando in una transizione di potere guidata dal principe Reza Pahlavi, figlio di Mohammad Reza Pahlavi, l’ultimo Shah iraniano. Lo vede come uno scenario auspicabile?

    Personalmente è ciò che spero per il mio Paese. È vero che con lo Shah non c’era una democrazia, che anche con Mohammad Reza Pahlavi il Paese era autocratico, ma la Repubblica Islamica si pone su un livello totalmente differente. Attualmente in Iran sono presenti due corpi militari: quello ordinario, che è debole, e quello della Repubblica Islamica, ossia il Corpo delle Guardie della Rivoluzione. Quest’ultimo corpo è pensato unicamente per proteggere l’islam radicale. In questo scenario, la speranza di tanti iraniani è di ottenere una transizione del potere attraverso la guida dello Shah Reza Pahlavi. Il suo piano è quello di far votare la popolazione su diversi punti: per la monarchia o la repubblica, per il Parlamento, per la Costituzione».

    Com’è vista la situazione dell’intero Medio Oriente dalla prospettiva della popolazione iraniana?

    «Prendiamo come esempio il 7 ottobre 2023: cos’è successo? È accaduto che la Repubblica Islamica ha addestrato le persone di Hamas che hanno commesso il massacro. Se ciò non fosse accaduto, non sarebbe avvenuto tutto ciò che è accaduto a Gaza. La responsabilità principale è della Repubblica Islamica, che è un vero cancro non soltanto per l’Iran, non soltanto per il Medio Oriente, ma per tutto il mondo. Attualmente i proxy del regime iraniano sono diffusi: gli Houthi in Yemen, Hashd al-Shaabi in Iraq, Hamas in Palestina. Se riuscissimo a eradicare la Repubblica Islamica, il Medio Oriente potrebbe veramente svoltare pagina».

    Pensa che l’Italia e l’Unione europea intera stiano facendo abbastanza per l’Iran?

    «L’aver inserito il Corpo delle Guardie della Rivoluzione Islamica nella lista dei terroristi è stata sicuramente una cosa positiva. Ciò che auspico è che l’Italia recida tutte le relazioni con la Repubblica Islamica. In questo altri Paesi europei si sono mossi con più tempismo, mentre Giorgia Meloni sta attendendo».

    E il resto del mondo come sta reagendo?

    «L’Iran, rispetto a ciò che è avvenuto a Gaza, non ha ricevuto quasi nessun supporto dal mondo e dall’Onu. Non voglio degradare ciò che è accaduto a Gaza: prego per loro tutti i giorni. Ciò che voglio dire è che in due settimane la Repubblica Islamica ha ucciso più persone di quelle morte a Gaza in due anni. Questa carenza di attenzione internazionale è dovuta principalmente al fatto che le persone odiano Trump e Israele. A rimetterci, però, sono gli iraniani”.

    Source: https://www.iltquotidiano.it/articoli/in-iran-una-situazione-tragica-migliaia-di-morti-e-nessuno-si-interessa/
    «In Iran una situazione tragica, migliaia di morti e nessuno si interessa» - 13 Feb 2026 di Emanuele Paccher Il racconto di uno studente iraniano che ora vive in Trentino: «Ho perso due amici, la mia famiglia è ancora lì» Dal 28 dicembre 2025 in Iran sono scoppiate le proteste contro il regime della Repubblica Islamica, guidato dalla guida suprema Ali Khamenei. Le manifestazioni nelle piazze, cominciate per motivi economici – inflazione dei prezzi, svalutazione della moneta, crisi economica –, sono ben presto esplose e tramutate in motivi politici. Ciò che gran parte della popolazione sogna, infatti, è un cambio di regime. Le manifestazioni pacifiche hanno, però, avuto vita breve: dopo aver bloccato l’accesso a internet e ai servizi telefonici, tra l’8 e il 9 gennaio 2026 il regime iraniano ha compiuto un vero e proprio massacro verso i propri cittadini. Le stime sono discordanti, ma variano dalle tremila persone uccise (come dichiarato da Teheran) a più di trentamila. Anche il numero dei feriti non è certo, ma sembra attestarsi tra i 300.000 e i 360.000. Molti di questi sarebbero stati accecati dalle forze di sicurezza. Le reazioni globali non sono mancate. Di recente l’Unione Europea, per il tramite del Consiglio Affari Esteri, ha inserito il Corpo delle Guardie della rivoluzione iraniana (i cosiddetti Pasdaran) nella lista dei terroristi. Ancora più forte è stata la reazione degli Stati Uniti. A parole il presidente Donald Trump ha minacciato a più riprese un intervento armato, nei fatti ha aumentato – e in modo notevole – la presenza militare statunitense nella regione. La popolazione iraniana come sta vivendo tutto questo? Com’è visto realmente il regime di Khamenei? Queste domande le abbiamo poste a un giovane studente iraniano attualmente in Trentino, che per motivi di sicurezza teniamo anonimo. Per agevolare la lettura, lo chiameremo Ali Mohammadi. La visione del giovane iraniano è netta: non può esistere un futuro di libertà finché la Repubblica Islamica rimarrà al potere. E un cambio di regime, purtroppo, non può prescindere da un intervento armato straniero. Per questo, la popolazione iraniana sta aspettando, con speranza, l’intervento degli Stati Uniti d’America. Ali Mohammadi, può dirci quali sono i suoi legami con l’Iran? «Sono nato in Iran e lì ci sono rimasto finché sono giunto in Italia per studiare. Attualmente in Iran ho entrambi i genitori, precisamente nella città di Tabriz, mentre mia sorella si trova a Teheran. Ora che la connessione internet è tornata, seppure in modo non stabile, ci sentiamo tutti i giorni. In Iran tutti i social più noti, come Instagram, YouTube, Twitter sono inaccessibili. Per connetterci è necessario utilizzare la Vpn, impostando un indirizzo IP da un Paese europeo o dagli Stati Uniti». Com’è visto il regime di Khamenei dalla popolazione iraniana? «Premetto che, secondo me, il regime della Repubblica Islamica non è da considerare legittimo e neppure iraniano. Perché gli iraniani che uccidono la loro stessa gente non sono considerabili iraniani. È come se, in Italia, Giorgia Meloni facesse uccidere 50.000 italiani in due giorni. La considerereste la legittima rappresentante degli italiani? No, la considerereste come un animale. Io, come tutti gli iraniani, siamo sconcertati da ciò che ha posto in essere il regime della Repubblica Islamica. Le proteste delle persone erano pacifiche e sono state soppresse con il sangue. La mia percezione è che più del 90% della popolazione vorrebbe un cambiamento radicale nel Paese. Nella Repubblica attuale le votazioni sono quasi una mera formalità, perché chi comanda è il leader supremo, non eleggibile dalla popolazione». La risposta del regime alle proteste è stata disumana. Oltre ai morti e ai feriti, numerose persone sono detenute illegalmente. Com’è la situazione da questo punto di vista? «La situazione è tragica. Molte persone sono detenute e sottoposte a torture. Anche per i morti non c’è pace: il governo chiede denaro alle famiglie per poter riavere i corpi indietro. Stanno vendendo i corpi chiedendo oltretutto alle famiglie di dichiarare che erano dei sostenitori del governo. Ti ricattano: se vuoi riavere il corpo indietro, paga e dichiara questo. Poi molti corpi vengono restituiti mutilati. Alle donne viene estratto l’utero per non lasciare traccia delle violenze a cui sono state sottoposte». Come pensa che potrebbero cambiare le cose? «L’unico scenario possibile per sovvertire la Repubblica Islamica è un intervento militare dall’esterno. So che questo può suonare come strano, perché chi è che vorrebbe una guerra nel proprio Paese? Ma la triste realtà è che non c’è altra soluzione. Un intervento militare esterno ci aiuterebbe moltissimo, perché cambiare il regime da soli, dall’interno, è quasi impossibile. Pensiamo al 1945, alla Germania soggiogata da Hitler: la popolazione come avrebbe potuto liberarsi del proprio dittatore senza un aiuto esterno? Era difficilissimo. E onestamente non ci sono differenze tra Hitler e la Repubblica Islamica. Anzi, per me la Repubblica Islamica è molto peggiore: Hitler non uccideva i tedeschi con questa intensità». Pensa che un intervento militare degli Stati Uniti, magari coordinato con Israele, sarebbe accolto favorevolmente dalla popolazione? «Sì, le persone lo stanno sperando, anche se tutti gli iraniani sanno che né Trump né Netanyahu si interessano davvero delle persone che sono state uccise. Ciò di cui si interessano è del petrolio iraniano, del fatto che la Repubblica Islamica non si doti di armi nucleari e di missili balistici, della possibilità di eliminare i proxy della Repubblica Islamica in giro per il mondo. Ma noi, come iraniani, non abbiamo bisogno né di missili, né di armi nucleari, né di terroristi. Il nostro Paese è molto ricco: potremmo utilizzare le nostre risorse per costruire scuole, industrie. Armi nucleari, missili, terroristi: sono tutte cose che originano dall’ideologia malata della Repubblica Islamica. Per questo, gli iraniani sperano in un intervento congiunto di Stati Uniti e Israele. Se accadrà, le persone torneranno nelle piazze per ottenere il cambio di regime». Ha perso degli amici in queste proteste? «Purtroppo sì. Due miei amici iraniani che studiavano in Italia, uno all’Università di Bologna e un altro all’università di Messina, sono tornati in Iran per fare visita alle loro famiglie. In quei giorni sono scoppiate le proteste. Hanno deciso di scendere in piazza per la libertà del loro Paese. In risposta, gli hanno sparato nel petto». Qualcuno nelle piazze inneggiava al ritorno dello Shah, sperando in una transizione di potere guidata dal principe Reza Pahlavi, figlio di Mohammad Reza Pahlavi, l’ultimo Shah iraniano. Lo vede come uno scenario auspicabile? Personalmente è ciò che spero per il mio Paese. È vero che con lo Shah non c’era una democrazia, che anche con Mohammad Reza Pahlavi il Paese era autocratico, ma la Repubblica Islamica si pone su un livello totalmente differente. Attualmente in Iran sono presenti due corpi militari: quello ordinario, che è debole, e quello della Repubblica Islamica, ossia il Corpo delle Guardie della Rivoluzione. Quest’ultimo corpo è pensato unicamente per proteggere l’islam radicale. In questo scenario, la speranza di tanti iraniani è di ottenere una transizione del potere attraverso la guida dello Shah Reza Pahlavi. Il suo piano è quello di far votare la popolazione su diversi punti: per la monarchia o la repubblica, per il Parlamento, per la Costituzione». Com’è vista la situazione dell’intero Medio Oriente dalla prospettiva della popolazione iraniana? «Prendiamo come esempio il 7 ottobre 2023: cos’è successo? È accaduto che la Repubblica Islamica ha addestrato le persone di Hamas che hanno commesso il massacro. Se ciò non fosse accaduto, non sarebbe avvenuto tutto ciò che è accaduto a Gaza. La responsabilità principale è della Repubblica Islamica, che è un vero cancro non soltanto per l’Iran, non soltanto per il Medio Oriente, ma per tutto il mondo. Attualmente i proxy del regime iraniano sono diffusi: gli Houthi in Yemen, Hashd al-Shaabi in Iraq, Hamas in Palestina. Se riuscissimo a eradicare la Repubblica Islamica, il Medio Oriente potrebbe veramente svoltare pagina». Pensa che l’Italia e l’Unione europea intera stiano facendo abbastanza per l’Iran? «L’aver inserito il Corpo delle Guardie della Rivoluzione Islamica nella lista dei terroristi è stata sicuramente una cosa positiva. Ciò che auspico è che l’Italia recida tutte le relazioni con la Repubblica Islamica. In questo altri Paesi europei si sono mossi con più tempismo, mentre Giorgia Meloni sta attendendo». E il resto del mondo come sta reagendo? «L’Iran, rispetto a ciò che è avvenuto a Gaza, non ha ricevuto quasi nessun supporto dal mondo e dall’Onu. Non voglio degradare ciò che è accaduto a Gaza: prego per loro tutti i giorni. Ciò che voglio dire è che in due settimane la Repubblica Islamica ha ucciso più persone di quelle morte a Gaza in due anni. Questa carenza di attenzione internazionale è dovuta principalmente al fatto che le persone odiano Trump e Israele. A rimetterci, però, sono gli iraniani”. Source: https://www.iltquotidiano.it/articoli/in-iran-una-situazione-tragica-migliaia-di-morti-e-nessuno-si-interessa/
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